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Com queda no número de acordos coletivos e reajustes, trabalhadores já sofrem com reforma trabalhista

Economia

O número de acordos e convenções coletivas realizadas no primeiro quadrimestre caiu -29,5% em relação ao mesmo período no ano passado, é o que aponta levantamento feito pelo Dieese. A disputa em torno de pontos da reforma trabalhista e a insegurança jurídica em relação à aplicação das novas regras podem ter atrasado as negociações, o que justifica a queda segundo o Departamento.

Quanto aos pisos salariais, há poucas mudanças. O maior piso salarial observado até o momento, em 2018, foi de R$ 3.210,00 (3,36 salários mínimos); e o menor, equivalente a um salário mínimo. O valor médio dos pisos é de R$ 1.119,67 (1,17 salário mínimo). O boletim avalia ainda indicadores econômicos, mercado de trabalho, preços, inflação e greves. Confira o material na íntegra clicando aqui.

 

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