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Foto: Sindsaúde/CE

Nova diretoria do Sindsaúde/CE toma posse

Sindicatos de Base

Gestão 2019-2023 conta com 230 membros, destes, 66% são mulheres. Além disso, 51% dos 184 municípios cearenses estão representados nesta nova diretoria. A presidente do Sindicato, Marta Brandão, foi eleita para mais quatro anos de gestão.

No final do ano passado a nova diretoria do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos em Serviços de Saúde no Estado do Ceara – Sindsaúde tomou posse para a gestão 2019-2023. A nova diretoria do Sindicato conta com 230 membros. Destes, 114 estão chegando agora, trazendo renovação à gestão. Além disso, 66% dos membros são mulheres. Salientando que 51% dos 184 municípios cearenses estão representados nesta nova diretoria. A presidente do Sindsaúde, Marta Brandão, foi eleita para mais quatro anos de gestão.

Foto: Sindsaúde/CE

No evento da posse estavam presentes o Diretor de Assuntos Legislativos da CNTS, Mário Jorge Filho; o presidente da CTB no Ceará, Luciano Simplício; o presidente do PSOL, Ailton Lopes; o presidente do PCdoB, Luiz Carlos Paz; o deputado estadual Carlos Felipe (PCdoB); o diretor do Sindicato dos Bancários, Ailson Duarte; e o assessor do Sindicato dos Estabelecimentos de Saúde do Ceará, Raul Lamas.

A posse da nova diretoria ocorreu um dia depois da agressão que a presidente do Sindicato, Marta Brandão, sofreu durante a votação da reforma da Previdência na Assembleia Legislativa do Ceará. Na ocasião, policiais do Batalhão de Choque montaram barricadas e utilizaram spray de pimenta e bomba de efeito moral contra os trabalhadores e dirigentes que protestavam contra a proposta que elevou a idade mínima de aposentadoria e taxa de remuneração acima de dois salários mínimos dos servidores do Estado. Na ocasião, Marta Brandão sofreu corte profundo no supercílio. Ela foi socorrida em uma unidade hospitalar da rede particular, passou por sutura e foi liberada.

Ainda abalada pelo fato ocorrido, ela disse que está solidária aos servidores públicos e que o fato ocorrido não a amedronta nem desanima. Ao contrário, a inspira a seguir lutando e fazendo a resistência. “Não importa se quem está do outro lado já foi um aliado. Se é contra os trabalhadores, não vamos nos calar e fingir que nada acontece. Vamos nos manter na linha de frente para tentar impedir a retirada de direitos”, afirmou.

Fonte: Com informações da Assessoria do Sindsaúde/CE
CNTS

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