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Foto: CUT

Centrais lançam abaixo-assinado em defesa da Previdência

Reforma da Previdência

Abaixo-assinado em defesa da Previdência Social e contra a reforma de Bolsonaro foi lançado nesta quinta, 4, em São Paulo e a campanha rodará os 26 estados e o Distrito Federal com a coleta de assinaturas

Nesta quinta-feira, 4, as centrais sindicais CUT, CTB, Força Sindical, Nova Central, CGTB, Intersindical e CSP-Conlutas e as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo deram início à campanha nacional de coleta de assinaturas contra a reforma da Previdência de Jair Bolsonaro. A ação acontece em São Paulo, na Praça Ramos e em diversas capitais brasileiras.

A ação tem o objetivo de dialogar com a população sobre as consequências da Proposta de Emenda à Constituição – PEC 6/2019, que dificulta o acesso à aposentadoria e reduz o valor do benefício, e, ao mesmo tempo, coletar as assinaturas que serão enviadas ao Congresso Nacional após 1º de Maio. O lançamento da campanha faz parte da agenda de ações no mês de abril, que inclui panfletagem junto aos parlamentares, na terça-feira, 9, no aeroporto de Brasília.

No documento, as centrais destacam que a PEC 6/2019 “atinge todos os segmentos da classe trabalhadora, dificultando o acesso à aposentadoria e forçando as pessoas a trabalhar por mais tempo e receber menores benefícios”. Também alertam que a proposta de Bolsonaro leva à desconstitucionalização do sistema de Seguridade Social.

Segundo o texto, a emenda constitucional não mexe com os devedores da Previdência, incentiva a “capitalização individual”, que deixa o trabalhador abandonado pelo Estado na sua velhice ou invalidez, “só beneficiando os bancos e grandes empresas”.

Dieese – Na atividade, os representantes dos trabalhadores levarão para a praça a calculadora elaborada pelo Dieese, o chamado “aposentômetro”, para que o trabalhador possa fazer na hora o cálculo e comparar como ficaria sua aposentadoria com as regras atuais e como ficará se as alterações propostas por Bolsonaro sejam aprovadas. Acesse a calculadora, clicando aqui.

Fonte: Com informações da Agência Sindical e CUT
CNTS

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